2015-09-26

DE ONÃ AO “ONANISMO”



Genesis 38:6-10 


Durante muitos anos, os pregadores que queriam assustar os rapazes em relação à prática da masturbação voltavam-se para um personagem enigmático do Antigo Testamento chamado Onã, que derramava seu sêmen no chão e morreu por causa disso.

Os adolescentes não são acadêmicos bíblicos. Poucos conseguem ler hebraico. Menos ainda são corajosos o suficiente ou estúpidos o bastante para discordar de pregadores. Assim, quando ouviram que Deus fulminou alguém por se masturbar, aceitaram aquilo sem nenhum questionamento.

Mas qualquer pessoa que examinar com cuidado a passagem descobrirá rapidamente que ela não está falando sobre masturbação.

Onã tinha um irmão mais velho chamado Er, que havia morrido. Judá, o pai deles, instruiu Onã a se casar com Tamar, a viúva de Er, para que ela pudesse ter um filho que serviria como herdeiro de Er. Mas Onã não gostou do plano e, assim, evitava intencionalmente engravidar Tamar. Sua desobediência às ordens de Judá ofendeu a Deus, que tirou a vida de Onã.

Por alguma razão, com base nessa história complexa e antiga, Onã se tornou o representante moderno dos perigos da masturbação, um assunto que não é abordado de maneira específica em nenhum outro lugar da Bíblia.

Há diversas razões para ser cauteloso em relação à masturbação. Por um lado, um homem que se concentra na autogratificação pode desenvolver a incapacidade de proporcionar prazer à esposa, o que é parte do propósito que Deus tinha em mente quando planejou a sexualidade humana. Além disso, o apetite que alguns homens sentem pela gratificação sexual os leva à pornografia, aos vícios sexuais e a várias formas de realizar suas fantasias sexuais.

Onã fez algo ruim, e foi punido por isso. Mas seu pecado não foi a coisa pela qual ele há muito é acusado. A masturbação pode não ser aconselhável, mas não é um pecado mortal.

2015-09-25

200 prepúcios em troca do amor de Mical



Davi era um homem muito apaixonado pela filha de Saul e disse que ofereceria qualquer coisa pela mão da donzela. Saul, então, lança um desafio horripilante ao futuro genro: recolher o prepúcio de nada menos do que 100 homens, em uma só noite.

Davi, para provar que era realmente apaixonado, leva para Saul cerca de 200 prepúcios. Os pombinhos se casam e todos vivem felizes para sempre. Bem, menos os 200 homens mutilados por Davi. A passagem está relatada em I Samuel, 18:17:30

2015-09-24

Samuel ou demônio?


Quem apareceu de fato? O profeta Samuel? Um espírito demoníaco? Ou tudo não passou de uma fraude?

Esta passagem bíblica tem sido muito usada pelos espíritas, na tentativa de legitimar a doutrina de comunicação entre vivos e mortos. Em defesa da fé cristã, apresentamos a seguinte análise, que não difere muito de tantos outros argumentos apresentados por estudiosos e comentaristas da Bíblia Sagrada.

1. DEUS NÃO RESPONDE MAIS AO REI SAUL
Bem antes de Saul tentar falar com Samuel via feiticeira, a graça de Deus fora tirada de sua vida. Por sua desobediência no caso dos despojos dos amalequitas, o Senhor o repreendeu duramente porque a rebelião é como pecado de feitiçaria... Porquanto tu rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei (1 Sm 15.10-31). 

Por sua rebeldia, Saul ficou entregue à influência demoníaca (1 Sm 16.14). A partir daí, perdeu o controle, foi tomado por ódio, inveja e ciúmes. Na sua fúria descontrolada, tentou matar Davi por mais de uma vez (1 Sm 18.9-12; 18.17; 19.1). Ele próprio declarou, desolado: Deus se tem desviado de mim e não me responde mais... (1 Sm 28.15).

Quanto a Deus não responder a pecadores, a Bíblia diz: Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que não vos ouça (Is 59.1-2). O egoísmo, a cobiça, o ciúme e a desobediência endureceram o coração de Saul de forma irreversível. Ele sentiu o desamparo de Deus. As condições para que Deus ouvisse a Saul seria que ele orasse, buscasse verdadeiramente a Sua face, e se arrependesse com sinceridade de seus maus caminhos (2 Cr 7.14).

Porém, como um abismo chama outro abismo (Sl 42.7), Saul, num último e desesperado gesto de desobediência, resolveu apelar para uma feiticeira na tentativa de falar com o profeta Samuel, já morto. Ora, tal expediente é condenado por Deus na Sua palavra: Não haja no teu meio quem faça passar pelo fogo o filho ou a filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos. O Senhor abomina todo aquele que faz essas coisas... (Dt 18.10-12). (grifo nosso)

Nessa proibição não foi usada a palavra espiritismo porque esta só surgiu com o advento do Kardec ismo. Todavia, a idéia está subjacente. Quando vos disserem: Consultai os médiuns e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram entre dentes, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? Acaso a favor dos vivos se consultarão os mortos (Is 8.19). O envolvimento com médiuns ou necromantes leva à condenação (Is 8.20-21), origina contaminação (Lv 19.31; 20.6).

Saul insistiu em ouvir a Deus por intermédio do profeta Samuel, que já havia morrido. Então, procurou uma feiticeira, uma necromante, uma mulher que incorporasse o espírito do profeta, uma mulher com dons mediúnicos: Buscai-me uma necromante, para que eu vá a ela e a consulte (1 Sm 28.7-a). Deus estaria sendo incoerente com Sua palavra se atendesse aos caprichos de Saul. Aqui surge a primeira evidência da impossibilidade de haver Samuel se apresentado na sessão espírita sob análise. Para lembrar: Em favor dos vivos consultar-se-ão os mortos? (Is 8.19). Logo, Deus não iria validar ou legitimar uma prática por Ele próprio condenada.

Além disso, uma das causas da morte de Saul foi por haver consultado a feiticeira de En-Dor (cidade da tribo de Manasses), conforme 1 crônicas 10.13-14. Não há como imaginar uma sessão espírita sendo enriquecida e abençoada com a presença de um mensageiro de Deus. Se consolidada e permitida tal prática, não precisaríamos mais buscar o Senhor. Em situações difíceis, cairíamos aos pés de uma feiticeira ou médium, e diligentemente se apresentariam a nós os santos servos do Senhor já mortos. Então, a Bíblia iria para o lixo e passaríamos a observar outro evangelho, quem sabe, O Evangelho Segundo o Espiritismo!

2. UMA SESSÃO ESPÍRITA CHEIA DE MENTIRA E ENGANO
Em primeiro lugar, Saul demonstrou ser um hipócrita: mandara eliminar todas as feiticeiras e agora vai a uma feiticeira (1 Sm 28.3,9). Segundo, ele se disfarçou e vestiu outras vestes, desejando negar sua identidade (v.8); usou falsamente o nome do Senhor, jurando por Ele (v.10). Terceiro, a feiticeira primeiramente disse que viu a Samuel (v. 12), depois, que viu deuses que sobem da terra (v.13); depois, já não eram deuses nem Samuel, mas um ancião envolto numa capa (v.14). Quarto, diante dos personagens apresentados, Saul entendeu que Samuel estava ali à vista da feiticeira vidente (v.14).

Por outro lado, a primeira fala de Samuel é de insatisfação: Por que me inquietaste fazendo subir? (v.15). Dois pontos devem ser analisados nessas palavras. Primeiro, se Deus permitira a vinda de Samuel, como Seu mensageiro, como querem os espíritas, o profeta deveria cumprir com alegria a missão confiada, e não se mostraria insatisfeito. Segundo, o entendimento é que quem comandou a subida de Samuel não foi Deus, mas o pecador Saul. O ancião envolto numa capa declarou que Saul o fez subir (v.15). O santo de Deus, o profeta Samuel, estaria à disposição de uma feiticeira e de um rei pecador, a quem Deus não mais respondia. Devemos nos lembrar que a Bíblia sempre fala que o inferno está em baixo, e o céu, em cima. Mas esse Samuel subiu, veio de baixo!

Outra pergunta de Samuel merece ser comentada: Por que, pois, a mim me perguntas, visto que o Senhor te tem desamparado e se tem feito teu inimigo? (1 Sm 28.16). Ora, se Deus havia se ausentado de Saul; se este já estava sob condenação; se os ouvidos de Deus estavam tapados ao clamor de Saul (v.6, 15,16), como sairia da glória o santo Samuel para prontamente atender a um chamado desse rei, via feiticeira? Se Deus se fizera inimigo de Saul, por que razão Samuel viria atender ao chamado? Que autoridade teriam um rei e uma feiticeira (ou, por extensão, que autoridade têm os médiuns) para convocarem os santos do Senhor?

3. A PROFECIA NÃO CUMPRIDA DE SAMUEL
Diz a Bíblia: Como conheceremos a palavra que o Senhor não falou? Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o Senhor não falou (Dt 18.21-22). Disse Samuel a Saul: E o Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo (1 Sm 28.19).

Enquanto o pseudo Samuel estava discorrendo sobre fatos passados, acertou; mas no momento em que falou sobre acontecimentos futuros, foi um desastre. Ele disse: amanhã estareis comigo. Todavia, Saul não morreu no dia seguinte. Vejamos: Um dia se passou segundo relato em 1 Sm 29.10-11, (levantou-se no dia seguinte de madrugada); três dias se passaram, conforme 1 Sm 30.1 (chegaram ao terceiro dia a Ziclague); um dia se passou em 1 Sm 30.17 (desde o crepúsculo até à tarde do dia seguinte). Saul morreu cinco dias, no mínimo após a profecia de Samuel.

Disse mais Samuel a Saul: Tu e teus filhos estareis comigo (v.19). Os filhos de Saul eram, no mínimo, oito: Jônatas, Isvi, Malquisua, Merabe, Mical (1 Sm 14.49; 1 Cr 8.33), Armoni, Mefibosete (2 Sm 21.8), Abinadabe (1 Cr 8.33) Is-Bosete, cujo primeiro nome foi Esbaal (2 Sm 2.8). Todavia, apenas três morreram na batalha: Jônatas, Abinadabe e Malquisua (1 Sm 31.2,6; 1 Cr 10.2). Is-Bosete, por exemplo, passados cinco anos da morte de seu pai, reinou sobre Israel durante dois anos, (2 Sm 2.10; 4.7). Outra declaração contraditória: Estareis comigo. Por tudo que vimos Saul não foi para o mesmo lugar onde se encontrava Samuel, que estava no Paraíso, chamado seio de Abraão, na paz do Senhor. Outra inverdade proferida pelo falso Samuel foi que Saul cairia nas mãos dos filisteus (1 Sm 28.19). Saul suicidou-se (1 Sm 31.4-5).

4. OUTROS QUESTIONAMENTOS
Ora, se de fato Samuel apareceu naquela sessão como mensageiro do Senhor, suas profecias teriam sido cumpridas, na íntegra, quanto ao destino de Saul, ao dia da sua morte e ao número de filhos que morreriam na batalha.

Se Deus não falava com Saul pelos meios usuais ministério dos profetas e sonhos (1 Sm 28.15), não falaria através de um meio abominável. O surgimento do profeta naquela sessão espírita estaria legitimando uma nova prática de consulta aos santos do Senhor.

Por que, pois, a mim me perguntas? (1 Sm 28.16); Por que me interrogas (ou me inquietas) fazendo-me subir? (1 Sm 28. 15). Estas palavras levam-nos ao entendimento de que Samuel não viera a serviço do Senhor. Se o profeta estivesse ali em missão divina, jamais afirmaria que Saul o fez subir e falaria em nome do Senhor dos Exércitos. Se Samuel se apresentasse como mensageiro de Deus, como afirmam os espíritas, Saul estaria diante do interlocutor apropriado. Mas Samuel retrucou: Por que me interrogas?

Finalmente, se a prática de consultar os mortos tivesse sido validada por Deus, enviando o santo Samuel, não teria sentido a condenação de Saul, como está em 1 Crônicas 10.13: Assim morreu Saul por causa da sua infidelidade ao Senhor, e até consultou uma adivinhadora...

CONCLUSÃO
Uma coisa é muito clara: não foi o profeta Samuel quem apareceu a Saul. Alguém que profetizava em nome do Senhor não iria aparecer em uma reunião que Deus condena na Bíblia, conforme está escrito em Levítico 20:27 "Os homens ou mulheres que, entre vocês, forem médiuns ou consultem os espíritos, terão que ser executados. Serão apedrejados, pois merecem a morte".

Tudo leva a crer que um demônio ali se manifestou. Essa interpretação é reforçada pelos seguintes fatos adicionais, dentre outros já citados:

a) Saul desejou consultar uma mulher que tivesse o espírito de feiticeira (1 Sm 28.7), que literalmente significa uma mulher possuída de demônios, espíritos da mentira e do engano.
b) O espírito do engano, no intuito de enganar a todos - a Saul, aos criados e à feiticeira apareceu com o semblante de Samuel e certamente imitou a sua voz. Por isso, ela se mostrou assustada (1 Sm 28.12).
c) A afirmação estareis comigo, de Samuel, reforça o entendimento de que o diabo estava certo quanto ao destino de Saul.
d) A interrogação por que me fizeste subir denota que esse Samuel estava em baixo, em regiões inferiores, para onde também iria o rei.

Em Lucas 16.19-31, Abraão negou o pedido do rico, em tormentos, para que mandasse Lázaro a Terra. E teria Lázaro à nobre missão de falar de salvação aos irmãos do rico. Nem assim foi possível. Abraão declarou que eles deveriam dar ouvidos à Palavra e aos profetas, meios usuais de comunicação. O rico também se viu impedido de sair do seu lugar. Logo, espíritos humanos, bons ou maus, estão impossibilitados de se apresentarem em sessões espíritas, sejam elas dirigidas por médiuns, feiticeiras, necromantes ou adivinhos.

Fonte: http://www.santovivo.net/gpage22.aspx

Se anjos não tem sexo como eles se casaram com as filhas dos homens??


"Quem eram os filhos de Deus e as filhas dos homens em Gênesis 6:1-4?


Gênesis 6:1-4 se refere aos filhos de Deus e às filhas dos homens. Várias sugestões têm existido quanto a quem eram os filhos de Deus e por que os filhos que tiveram com as filhas dos homens cresceram em uma raça de gigantes (isso é o que a palavra Nephilim parece indicar).



Os três principais pontos de vista sobre a identidade dos filhos de Deus são: 1) eles eram anjos caídos, 2) eram poderosos governantes humanos, ou 3) eles eram descendentes devotos de Sete se casando com os descendentes ímpios de Caim. Algo que dá peso à primeira teoria é o fato de que no Antigo Testamento a expressão "filhos de Deus" sempre se refere a anjos (Jó 1:6, 2:1; 38:7). Um problema potencial com isso encontra-se em Mateus 22:30, o qual indica que os anjos não se casam. A Bíblia não nos dá nenhuma razão para acreditar que os anjos tenham um gênero ou sejam capazes de se reproduzir. Os outros dois pontos de vista não apresentam este problema.



A fraqueza do segundo e terceiro pontos de vista é que machos humanos comuns casando-se com fêmeas humanas comuns não explica por que os filhos eram "gigantes" ou "valentes que houve na antiguidade, os homens de fama". Além disso, por que Deus decidiria trazer o dilúvio sobre a terra (Gênesis 6:5-7) quando nunca tinha proibido poderosos machos humanos ou descendentes de Sete de se casarem com fêmeas humanas comuns ou descendentes de Caim? O julgamento vindouro de Gênesis 6:5-7 está ligado ao que aconteceu em Gênesis 6:1-4. Somente o casamento obsceno e perverso de anjos caídos com mulheres humanas aparenta justificar julgamento tão severo.



Como observado anteriormente, a fraqueza do primeiro ponto de vista é que Mateus 22:30 declara: "Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu." No entanto, o texto não diz "os anjos não são capazes de se casarem". Pelo contrário, indica apenas que os anjos não se casam. Segundo, Mateus 22:30 está se referindo aos "anjos no céu", e não aos anjos caídos que não se preocupam com a ordem criada por Deus e buscam ativamente maneiras de interromper o Seu plano. O fato de que os santos anjos de Deus não se casam ou não se envolvem em relações sexuais não significa que o mesmo seja verdadeiro sobre Satanás e seus demônios.



Sendo assim, a primeira posição é a mais provável. Sim, é uma "contradição" interessante dizer que os anjos não têm gênero e depois dizer que os "filhos de Deus" eram anjos caídos que procriaram com mulheres humanas. No entanto, embora os anjos sejam seres espirituais (Hebreus 1:14), eles podem aparecer em forma humana e física (Marcos 16:5). Os homens de Sodoma e Gomorra quiseram ter relações sexuais com os dois anjos que estavam com Ló (Gênesis 19:1-5). É plausível que os anjos sejam capazes de assumir a forma humana, até mesmo ao ponto de duplicar a sexualidade humana e, possivelmente, a reprodução. Por que os anjos caídos não fazem isso mais vezes? Parece que Deus aprisionou os anjos caídos que cometeram esse pecado perverso para que os outros anjos caídos não fizessem o mesmo (como descrito em Judas 6). Os anteriores intérpretes hebraicos e escritos apócrifos e pseudoepígrafos são unânimes em manter a visão de que os anjos caídos são os "filhos de Deus" mencionados em Gênesis 6:1-4. Isto de forma alguma encerra o debate. Além disso, a visão de que Gênesis 6:1-4 envolve anjos caídos se casando com as fêmeas humanas tem uma forte base contextual, gramatical e histórica.

Fonte: http://www.gotquestions.org/Portugues/filhos-de-Deus.html

2015-09-22

OS PEIXES MORRERAM NO DILÚVIO?



Gn 7:22 “Tudo o que [tinha] fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que [havia] no seco, morreu”.

Quando Deus anunciou o Dilúvio, suas palavras foram: “Então, disse Deus a Noé: O fim de toda carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra”, Gn 6:13. A primeira impressão que essas palavras causam, é que TUDO seria destruído, nada do que foi criado por Deus ficaria vivo fora da arca. Porém ao falar novamente sobre o dilúvio em Gn 6:17 o Senhor disse: “Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda carne em que [há] espírito de vida debaixo dos céus: tudo o que há na terra expirará”. Sabemos que os peixes vivem na água e não na terra, portanto as águas do dilúvio não afetariam em nada os peixes.

Veja as passagens dos animais entrando na arca em Gn 7:8,9 “Dos animais limpos, e dos animais que não [são] limpos, e das aves, e de todo o réptil sobre a terra, entraram de dois em dois para Noé na arca, macho e fêmea, como Deus ordenara a Noé”. Nesses versículos vemos que entram todos os animais que viviam SOBRE A TERRA, deixando claro que os peixes não entraram na arca. Ora, se os peixes não entraram na arca e existem até hoje é porque eles não morreram no dilúvio.

A narrativa APÓS o dilúvio diz: “E expirou toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado, e de feras, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, e de todo homem”. Gn 7:21.

Se existe ainda alguma dúvida, o versículo 22 é suficiente para tirá-la: “Tudo o que [tinha] fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que [havia] no seco, morreu”. Sabemos que os peixes não respiram pelas narinas e que também não vivem no seco.

No versículo 23 quando é descrito a morte dos animais, novamente os peixes não são citados: “Assim, foi desfeita toda substância que [havia] sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé e os que com ele [estavam] na arca”.

Fonte: http://www.atosdois.com.br/print2.php?codigo=776

2015-09-21

Livros não canônicos citados na Bíblia

Na própria Bíblia há menção a pelo menos quinze livros apócrifos, criação literária das tribos de Isra­el, que se perderam: coletâneas de poesias, oráculos de videntes, lendas e relatos históricos que cer­tamente serviram como fontes de informação e inspiração para os autores e redatores da Bíblia. Não há dúvida que muitos outros livros se perderam sem deixar rastro algum, que constituíam em um enorme patrimônio literário além dos livros da Bíblia.

Os Livros que se perderam
Referências Bíblicas
Crônicas do Profeta Natan
I Crônicas 29.29
Crônicas de Gade, o vidente.
I Crônicas 29.29
Livro dos Reis de Israel
II Crônicas 9.29
A Profecia de Aías, o Silonita
II Crônicas 9.29
As visões de Iedo o Vidente
II Crômicas 9.29
As Histórias do Profeta Semaías e de Ido, o Vidente
II Crônicas 12.15
Livro da história do profeta Ido
II Crônicas 13.22
Livro dos Reis de Judá e Israel
II Crônicas 16.11
História de Jéu, filho de Hanani
II Crônicas 20.34
Livro da História dos Reis
II Crônicas 24.27
História de Uzias
II Crônicas 26.22
Livro dos Reis de Israel e de Judá
II Crônicas 27.7
A Visão do Profeta Isaias, filho de Amoz
II Crônicas 32.32
Os atos dos Reis de Israel
I Reis 14.19
História de Hozai
II Crônicas 33.19
A elegia de Jeremias sobre Josias
II Crônicas 35.25
O Livro das Guerras do Eterno
Números 21.14
O Livro dos Justos
Josué 10.13
Livro dos Feitos de Salomão
Reis 11.41
Livro das Crônicas dos Reis de Israel
II Crônicas 33.18
Livro das crônicas do Rei David
I Crônicas 27.24
Crônicas de Samuel, o Vidente
I Crônicas 29.29

Fonte: http://mapasbiblicos.blogspot.com.br/2012/07/livros-nao-canonicos-citados-na-biblia.html

Como serei lembrado?

II Cr 21:20 - “Era Jeorão da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e reinou oito anos em Jerusalém. E se foi sem deixar de si saudades; sepultaram-no na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis”.

Na vida você será lembrado por duas coisas:

1 - Por tudo o que você FEZ (Seja de BOM ou RUIM).
2 - Por tudo que você não FEZ.

Vamos observar as falhas de Jeorão
:
1) Não soube valorizar a herança que recebeu.
Ele recebeu um Reino de presente, de herança, mas ele não soube valorizar. (2 Crônicas 21:2-3)
2) Foi assassino de sua própria família.
E, subindo Jeorão ao reino de seu pai, e havendo-se fortificado, matou a todos os seus irmãos à espada, como também a alguns dos príncipes de Israel." (2 Crônicas 21:4)
Matou seis irmãos e até os seus parentes mais distantes em Israel. Geralmente a morte deixa saudade. A vida é construída com relacionamentos e quando a morte chega temos a DOR da partida e da perca. Mas quantas pessoas que ao morrerem trarão alívio para família? Quantos patrões que ao partirem arrancam suspiro de alívio com sua morte. Quantos governantes que ao partirem deixam o povo em festa? Foi o que aconteceu com Jeorão.

Ao contrário de seu pai, foi um péssimo rei.

Quanta maldade e perversão – matar seus seis irmãos ao fio da espada – e outras coisas mais... De tal maneira semeou a maldade e perversidade que realmente não deixou saudades quando partiu.
Que consequências ele trouxe sobre si?

1)    Atraiu a ira de Deus sobre a nação, sobre os seus filhos, as suas mulheres, a sua fazenda e a sua própria carne. (2 Crônicas 21:12-15)
2)    Teve seus bens roubados e sua família raptada. (2 Crônicas 21:16-17)
3)    Não foi sepultado com as honras reais. (2 Crônicas 21:20)

CONCLUSÃO:
Este quadro nos faz pensar em nós. Como é que eu estou vivendo? Será que tenho semeado sempre o bem, a dignidade, a cortesia, o amor, o cuidado, o respeito, cordialidade? Quando eu morrer será que a cidade vai sentir.... o mundo vai parar como aconteceu com o Aírton Sena? Jeorão – um rei sepultado como pessoa comum, quando muitas vezes a pessoa comum é sepultada como rei.

Para deixar saudades amanhã, FAÇA O SEGUINTE HOJE:

Tenha relacionamentos sinceros, promova a paz, seja otimista, viva uma vida de santidade, tenha muitos sonhos.

Se você partisse hoje, o que você deixaria?


Saudades??!

A paquera

1. UM SENTIMENTO ESPECIAL

Por todo o Reino Animal, encontraremos uma atração que envolve dois sexos. Macho e fêmea sentem-se atraídos um pelo outro. Mas na categoria dos "animais racionais" (os seres humanos), algo especial acontece, que vai muito além do "instinto selvagem": é o sentimento afetivo que envolve os dois.

A paquera se encaixa neste fato. Homem e mulher sentem-se atraídos um pelo outro, mas algo diferente ocorre, com uma certa sensação de conquista, que tem um aspecto interessante: O OLHAR !

Olhos se cruzam, um certo charme "paira no ar", e aquele sorriso discreto, traz um clima de expectativa e surpresa. Tudo acontece tão intensamente!

A paquera é um comportamento que caracteriza a Adolescência. É a descoberta do sexo oposto, impulsionada pelos hormônios que começam a atuar em seu corpo. Todo esse processo é uma prova de que o corpo do adolescente está funcionando bem. No entanto, o que se faz com o corpo, deve ter os limites estipulados pela Bíblia, quanto à ética e a moral.

1. PAQUERA "SAUDÁVEL"

A paquera saudável é aquela onde tudo acontece naturalmente. Você está com um grupo de amigos conversando e de repente, alguém interessante aparece! Você começa a dar uma atenção especial à pessoa. Papo vai, papo vem... e como você está "solteiríssimo(a)", esperando no Senhor alguém para amar, acaba gostando da história.

É o momento para conversar, conhecer o outro, encontrar afinidades, saber seus sonhos e alvos. Mas sempre de uma forma discreta, pura e sem malícia. Apenas o descobrir de uma nova amizade, sem a preocupação de um envolvimento físico. Assim, depois de muita observação de valores, talvez possa se chegar à conclusão sobre se "vale ou não à pena" investir em tal pessoa e se há retorno por parte dela.

Por outro lado, você também pode se surpreender. A cada momento que o papo se prolonga, o entusiasmo toma conta. Você dá a entender que gostaria de conversar novamente e convida para no próximo Sábado, ir à reunião de jovens da sua Igreja.

2. PAQUERA "PREJUDICIAL"

Pode um momento tão emocionante como este, ser prejudicial ? Deus faz um comentário "preocupante", sobre o coração do homem, quando fala ao profeta Jeremias:

Jr 17:9-10 : "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá ? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração e provo os pensamentos; e isto para dar a um segundo o seu proceder, segundo o fruto de suas ações."

O coração do homem é enganoso. Uma coisa simples, pode transformar-se em algo negativo, que pode magoar e deixar marcas. Analisando a paquera, à luz de alguns textos e princípios bíblicos, podemos dizer ela é prejudicial, nestas situações :

a) QUANDO NÃO TEM UM IDEAL : desperta expectativas no outro e na hora "H", pula fora sem assumir o que fez e ainda diz: "Foi uma brincadeira, você é que entendeu mal, você leva tudo a sério...". Pv 26:18-19


b) QUANDO HÁ UMA INTENÇÃO IMPURA : quando ocorre este caso, a pessoa quase sempre começa a paquera, com o principal pensamento na atração e sedução física, no desejo sexual e na malícia. Mt 5:27-28


c) QUANDO ENVOLVE DEFRAUDAÇÃO : cria-se uma ilusão, desperta-se um desejo físico no outro, que você sabe que não poderá ir adiante, por não ser namorado da pessoa. Isso é o que a Bíblia condena e chama de DEFRAUDAÇÃO. 1Ts 4:6-7


4. TODO O CUIDADO É POUCO


A sensatez é uma das grandes virtudes. Usar a paquera para enganar, afirmar-se e sentir-se seguro, é covardia e egoísmo. Não condiz com a integridade de alguém que quer levar Deus a sério.

O importante nos contatos e relacionamentos é desenvolver uma amizade sadia. Buscar conhecer o outro sem malícia e "segundas intenções". Aí sim, valerá a pena ! Grandes amizades podem surgir de uma paquera, que talvez nem venha a se tornar um namoro !

Acima de tudo, devemos pensar no período "após" a paquera. Poder olhar para si mesmo e para o outro, sem ter do que se envergonhar. Ter condição de poder continuar a desenvolver o contato como amigos, ou até futuramente pensarem em um namoro.

O maior desafio é saberem lidar com os seus sentimentos e de maneira alguma ferir os sentimentos do outro. Devemos "entrar e sair" da paquera, como pessoas APROVADAS POR DEUS !

Pv 15:3 : "O Deus eterno vê o que acontece em toda a parte; ele está observando todos, tanto os bons, como os maus."

Percebeu a responsabilidade ? Não adianta querer trapacear. Deus conhece o seu coração e está observando a sua atitude.

Na Adolescência, paquerar é algo comum e até pode ser uma atitude positiva. Mas necessita de muito domínio próprio e responsabilidade. ESTE É SEU GRANDE DESAFIO!


Qual a idade certa para começar a namorar?

Vivemos numa sociedade essencialmente precoce, na qual tem-se a ideia de que quanto mais cedo você começar, maior a probabilidade de sucesso. É assim nos estudos, na profissão, no esporte, na saúde. O fato é que isso induz as pessoas a acreditar que, da mesma forma, nas relações humanas que envolvem afetividade, intimidade e cumplicidade, quanto mais cedo for estimulada a descoberta do sexo oposto, melhores serão os resultados em termos de satisfação pessoal.
A idéia de se buscar o prazer cada vez mais cedo é uma filosofia perigosa, e o que é pior, anti-cristã, e pode trazer prejuízos incalculáveis para a vida do adolescente. Quando confrontados com a pergunta: “Qual é a idade certa para se começar a namorar?”, um responde 11, outro 12, outro 14, e o que querem responder na verdade é isso: “A idade certa é a idade que eu tenho agora!”
Como orientar essa galera num assunto tão sério? Nada adiantará dizer que Metusalém nunca namorou, ou que Jacó namorou quatorze anos com Raquel só olhando de longe, mas é preciso falar de princípios bíblicos de santidade, responsabilidade, espiritualidade e compromisso com a palavra do Senhor. Vejamos então:
O namoro não deveria começar tão cedo. Ao explicar o porquê é preciso falar de algumas desculpas usadas por pais ou por jovens para justificar o namoro entre adolescentes e até entre pré-adolescentes.
Há quem diga: “Tenho que namorar, pois ficar é pecado e eu não faço isso, pois sou cristão.” Falam como se namorar fosse uma obrigação da qual jamais se pode abrir mão. É bom lembrar que a Bíblia não fala de namoro, e sim de casamento, por isso o único fato que justifica o namoro é o desejo de se unir em matrimônio. E, é claro, que alguém com doze anos não está apto para pensar em casamento, além disso, não tem maturidade para lidar com as tentações, nem com as responsabilidades e santidade que um relacionamento dessa natureza exige. Ele não tem como sustentar uma família e ela não sabe administrar uma casa, além disso, ambos não têm capacidade para criar filhos, no sentido amplo do termo.
Disso surge uma pergunta honesta: Pra que namorar se você não pode casar e nem pensar em casamento agora? Pra que investir tempo numa relação imatura, só para dar vazão aos apelos da carne? Para os que dizem "não vamos casar agora, mas podemos nos casar daqui há alguns anos", é preciso ressaltar que o namoro muito demorado desenvolve naturalmente certa intimidade perigosa, certa liberdade que tende a crescer gradativamente, e isso exigirá espiritualidade para resistir às tentações.
Também há alguns pais que afirmam: “Achamos melhor permitir o namoro, para que eles não fizessem tudo escondido.” Mas por que eles querem tanto namorar? Só para “beijar na boca e ser feliz”? Só para ser igual a seus amigos descrentes? Só para provar a sua identidade sexual? Só por que os hormônios estão fazendo cócegas na barriga?
Estimular essa busca é como brincar com o perigo. É preciso, ao invés da permissividade, ensiná-los a investir em valores morais, intelectuais e espirituais que vão construir o caráter espiritual das suas vidas. Lembremos do que a Bíblia diz: “Por que vós irmãos, fostes chamados à liberdade, porém, não useis da vossa liberdade para dar ocasião à carne.” (Gálatas 5:13)
Namoro é namoro. Não tem o caráter definitivo que tem o casamento e nada impede que haja um rompimento sem resultar em enlace matrimonial, mas isso não autoriza o adolescente a se tornar um “predador”, como se fosse um centroavante matador, esperando na boca da área a primeira bola que passar para fazer mais um gol. Pelo contrário, a intenção dos cristãos ao iniciar um namoro deve ser o casamento, principalmente porque este senso de seriedade evitará a leviandade e estimulará as orações. O ideal é que, se não der certo, possam conviver na igreja sem mágoas, vergonha ou ressentimentos, o que só acontece num namoro santo. Assim, se não posso casar, namorar só por namorar é o mesmo que ficar, só muda a rotatividade de parceiros. Muitos adolescentes e até jovens já maduros estão namorando sem nenhum propósito definido, somente para amenizar a solidão, e acabam ficando nessa situação por longo tempo, e quando saem dela, sempre deixam alguém ferido, seja no sentimento, seja na consciência. Isso não é namoro, é enrolo. Seria essa a vontade de Deus?
Após essas considerações, deixamos algumas orientações bíblicas para o adolescente que deseja agradar a Deus nessa área:

1.Namorar não é a coisa mais importante da vida. Seja saudável e aproveite a adolescência para cultivar amizades sinceras e desinteressadas. (Mat 6:33; I Cor 15:33).

2.Preencha sua mente com coisas espirituais, medite na Bíblia todos os dias, e faça dos seus ensinos uma prática de vida. (Filipenses 4:8).

3.É hora de estudar para construir o seu futuro. Leve a sério seu preparo intelectual. Ele o ajudará tanto nas coisas espirituais, quanto nas gerais. (Eclesiastes 3:1).


4.Busque conselhos em irmãos espirituais, para que suas decisões sejam maduras e não precipitadas. (Provérbios 15:22).

Amizades


Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20).
Nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10).

Exemplos de amizades boas e más

Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).

Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de fazer mal a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!

Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!

Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Faça bons amigos e seja um bom amigo também!